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O Desafio à Lei e o Peso das Nossas Escolhas

  Você já parou para pensar que ninguém fica impune quando desafia as leis eternas do amor e da compreensão ? A história do "Guardião da Meia-Noite" nos ensina que o tormento não é um castigo externo, mas o resultado direto de nossos próprios instintos não controlados e vícios cultivados. No livro, o personagem central, outrora um poderoso Barão, revela como seus erros e preconceitos na carne geraram um pesadelo que o perseguiu mesmo após a morte. Ele nos mostra que o Umbral (ou purgatório) não é apenas um lugar, mas um estado mental — a materialização dos medos e monstros que alimentamos no subconsciente durante nossa passagem pela Terra. Mas a mensagem mais poderosa não é sobre a queda, e sim sobre a ascensão . Mesmo nas regiões mais densas e sombrias, existe a oportunidade de servir à Luz. O Guardião transformou sua dor em missão: Passou a auxiliar outros espíritos caídos para compensar os erros do passado. Descobriu que, na hierarquia espiritual, ser um "Guar...

Ele Nunca Nos Abandona – Mas e Nós?

Ele Nunca Nos Abandona – Mas e Nós?

Quantas vezes, em nossas preces apressadas, sussurramos entre lágrimas:
“Senhor Jesus, não nos abandone!”

Como se o Mestre do Amor algum dia tivesse dado as costas a um de nós...

Mas é preciso coragem — e lucidez — para inverter essa súplica e encarar o espelho da alma:
“Senhor, não permitas que nós Te abandonemos.”

Porque a verdade é simples e profunda: Jesus jamais abandona ninguém. Ele é presença constante. Ele é olhar atento. Ele é silêncio que espera, mãos estendidas para quando quisermos voltar.

É a gente que, envolto nas ilusões da falsa liberdade, escolhe se afastar. Saímos do corpo e acreditamos estar livres, quando na verdade estamos apenas desvinculados da vigilância imediata, mas nunca fora do alcance da Lei.

Caminhamos por atalhos escuros porque confundimos liberdade com descompromisso. Mas lá está Ele. Observando. Amando. Esperando.

Como o Pai da parábola, que não corre atrás do filho, mas deixa o portão entreaberto e os olhos fixos na estrada. Esperando o retorno. Esperando o despertar.

Por isso, não digamos mais: “Jesus, não nos abandone.”
Digamos:

“Senhor, fortalece-nos para que não nos percamos de Ti, mesmo quando nos afastamos de nós mesmos. Não nos deixe perder o rumo da Tua Luz.”

E se cairmos — porque sim, ainda tropeçamos muito — que ao menos tenhamos forças para olhar para cima e ver: Ele continua ali. Sempre esteve e Sempre estará.

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