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O Desafio à Lei e o Peso das Nossas Escolhas

  Você já parou para pensar que ninguém fica impune quando desafia as leis eternas do amor e da compreensão ? A história do "Guardião da Meia-Noite" nos ensina que o tormento não é um castigo externo, mas o resultado direto de nossos próprios instintos não controlados e vícios cultivados. No livro, o personagem central, outrora um poderoso Barão, revela como seus erros e preconceitos na carne geraram um pesadelo que o perseguiu mesmo após a morte. Ele nos mostra que o Umbral (ou purgatório) não é apenas um lugar, mas um estado mental — a materialização dos medos e monstros que alimentamos no subconsciente durante nossa passagem pela Terra. Mas a mensagem mais poderosa não é sobre a queda, e sim sobre a ascensão . Mesmo nas regiões mais densas e sombrias, existe a oportunidade de servir à Luz. O Guardião transformou sua dor em missão: Passou a auxiliar outros espíritos caídos para compensar os erros do passado. Descobriu que, na hierarquia espiritual, ser um "Guar...

O FUMAR, COMO COMEÇOU?

 



O costume herdado dos animais de farejar, cheirar e provar o gosto, certamente levou o homem, em épocas muito distantes a experimentar o gosto da fumaça. Provavelmente, alguns homens pré-históricos mais astutos resolveram enrolar algumas follhnhas secas e provar sua fumaça. Através dos tempos, devem ter experimentado muitas delas, não as aprovando pelo seu gosto amargo. No entanto, aquela folha larga e amarelada, depois balizada de Nicotiana Tabacum, deve ter provocado algo de estranho no experimentador pela ação ativa do alcalóide que ela contém (bastam apenas 40 a 60 miligramas dele para matar um homem).

Historicamente, consta que em 1560 o embaixador francês João Nicot enviou à rainha Catarina de Medicis as primeiras remessas daquele vegetal, cultivado em seus jardins em Lisboa, porque o julgava uma erva perfumada e dotada de propriedades terapêuticas. A rainha patrocinou a difusão do fumo como medicamento, utilizando-o em pílulas, pomadas, xaropes, infusões, banhos, etc. Porém, desses usos surgiram — o que a rainha encobriu — inúmeros envenenamentos, intoxicações e mortes.

O idealista Nicot, que deu seu nome ao alcalóide nicotina, enquadrado entre os "venenos eufóricos", deve ter experimentado no Plano Espiritual os arrependimentos de sua triste iniciativa, acompanhando os casos mórbidos que suas perfumadas folhinhas provocaram.

Manual Prático do Espírita - Ney Pietro Peres

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